domingo, 27 de novembro de 2011
RDC 31 de 04 de julho de 2011 - ANVISA
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Anvisa proíbe alimentos e bebidas à base de Aloe vera, a babosa
A venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de Aloe vera, nome científico da planta também conhecida como babosa, foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.
De acordo com o órgão, não há comprovação da segurança do uso do componente e nem registro para esse fim. A planta é usada principalmente em produtos para o cabelo, mas recentemente também era encontrada em bebidas e alimentos, inclusive com função de emagrecimento.
Por se encaixar na categoria de “novos alimentos”, a Aloe vera precisa se submeter ao registro da Anvisa para poder ser comercializada com esse fim. De acordo com a resolução, o uso é regulamentado apenas como aditivo na função de aromatizantes de alimentos e bebidas, o que continua sendo permitido. A restrição foi publicada na segunda-feira, dia 14, no Diário Oficial da União.
Informações da Agência Brasil
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Greve Planos de Saúde
Os planos que terão o atendimento interrompido são: Gama Saúde, GreenLine, Abet, Intermédica, Companhia de Engenharia de Tráfego e Notredame. Os outros quatro que também seriam alvo da paralisação aceitaram negociar. São eles: Porto Seguro, Cassi, Embratel e Caixa Econômica Federal.
Ginecologistas e obstetras vão interromper o atendimento eletivo entre os dias 1º e 3 de setembro. Os otorrinolaringologistas param de 8 a 10 do mesmo mês, pediatras deixam de atender de 14 a 16, pneumologistas param de 21 a 23, e cirurgiões plásticos deixam de atender entre os dias 28 e 30 de setembro. Urgências e emergências serão garantidas.
Os anestesiologistas também vão parar as atividades semanalmente, acompanhando as áreas que estiverem no rodízio. Por exemplo: vão interromper os procedimentos ligados à ginecologia na primeira semana, os da otorrino na segunda semana, e assim por diante. O movimento seguirá até que todas as reivindicações sejam atendidas.
Segundo Florisval Meinão, vice-presidente da Associação Paulista de Medicina, a suspensão do atendimento acontecerá em forma de rodízio para não prejudicar os usuários. “A ideia é tentar entrar em negociação para que a paralisação não seja necessária. Mas algumas operadoras sistematicamente recusam iniciar o diálogo”, diz Meinão.
Os médicos querem reajuste do valor da consulta para R$ 80. Hoje, o valor varia entre R$ 35 e R$ 45, dependendo da operadora. “Queremos um valor único, sem diferenciação”, diz Meinão. Os médicos também pedem a regularização dos contratos com as operadoras e o fim das pressões dos planos para que reduzam solicitações de exames, internações e procedimentos.
Segundo Meinão, 19 outras operadoras receberam cartas para iniciar a negociação, mas ainda estão dentro do prazo. A ideia é fazer o mesmo com as cerca de 300 operadoras que atuam em todo o Estado até o fim do ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Evidências científicas das medidas para prevenção da gripe
A Fundação Cochrane, entidade especializada em práticas baseadas evidências científicas, realizou revisão sistemática de literatura sobre intervenções para interrupção ou redução da disseminação de viroses respiratórias, incluindo gripes e resfriados. Nesta revisão forma excluídas as vacinas e drogas antivirais, objetos de revisões específicas anteriores. As fontes de pesquisa foram: biblioteca Cochrane, Medline, Oldmedicine, Embase e Cinahl, envolvendo até novembro de 2.006. Das 2.300 citações encontradas, foram selecionados 138 ensaios clínicos, incluindo 49 artigos referentes a 51 estudos.
Dentre as medidas mais eficazes foram destacadas: reforço de medidas higiênicas entre as crianças, reduzindo a transmissão para ouros membros da família; utilização correta das medidas de isolamento (precauções com gotículas) e adoção de medidas higiênicas. Foram observadas evidências limitadas sobre a superioridade das máscaras N95, questionando-se sua eficácia por serem mais caras e desconfortáveis. Também os estudos foram inconclusivos a respeito do emprego de antissépticos para a lavagem das mãos.
Os autores concluíram que medidas simples e econômicas podem ser úteis na redução da transmissão de viroses respiratórias, cuja implementação pode ser facilitada devido a ameaça ou a ocorrência de epidemias.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Cronograma-disciplina-2011-1
COORDENADORA :PROFa DRA MÁRCIA VALÉRIA ROSA LIMA
AGENDA 2011.1
| DATA | ASSUNTO | ESTRATÉGIA |
| 01/04 | Introdução ao estudo das infecções hospitalares: Histórico das Infecções Hospitalares | Aula expositiva Debate |
| 08/04 | Introdução ao estudo das infecções hospitalares: higienização e anti-sepsia das mãos | Aula expositiva Debate |
| 15/04 | Condutas no controle e prevenção das infecções hospitalares: riscos de aquisição, infecções urinárias | Aula expositiva Debate |
| 22/04 | FERIADO | |
| 29/04 | Condutas no controle e prevenção das infecções hospitalares: riscos de aquisição, infecções cirúrgicas | Aula expositiva Debate |
| 06/05 | 1ª AVALIAÇÃO | |
| 13/05 | SEMANA DE ENFERMAGEM | |
| 27/05 | Condutas no controle e prevenção das infecções hospitalares: riscos de aquisição, infecções circulatórias | Aula expositiva Debate |
| 03/06 | Controle nos processos de esterilização e desinfecção de artigos hospitalares (1ª parte) | Aula expositiva Debate |
| 10/06 | Controle nos processos de esterilização e desinfecção de artigos hospitalares (2ª parte) | Aula expositiva Debate |
| 17/06 | 2ª AVALIAÇÃO | |
- A PRIMEIRA AVALIAÇÃO ENGLOBA OS ASSUNTOS DAS AULAS DOS DIAS 01/ 29 de abril
- A SEGUNDA AVALIAÇÃO ENGLOBA TODOS OS ASSUNTOS
domingo, 24 de outubro de 2010
"Hospitais terão de notificar casos de superbactéria
AE - Agência Estado
Os hospitais serão obrigados a comunicar às autoridades sanitárias a ocorrência de infecção por superbactérias entre seus pacientes. A medida integra o Plano Nacional de Microagentes Multirresistentes, um projeto em elaboração desde o início do ano, mas que foi apressado diante do recente avanço no País da KPC, uma superbactéria resistente à maior parte dos antibióticos disponíveis no mercado.
O plano está sob coordenação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tem como meta controlar a propagação das superbactérias. No caso da KPC, os pacientes já debilitados não respondem ao tratamento tradicional e precisam tomar drogas altamente tóxicas ou que, por serem muito caras, nem sempre estão disponíveis na rede pública.
Atualmente, os hospitais não são obrigados a comunicar à vigilância sanitária casos de bactérias multirresistentes. O episódio da KPC, por exemplo, reflete essa lacuna. A Anvisa foi notificada sobre surtos provocados pela superbactéria em hospitais do Distrito Federal. Mas os próprios integrantes da agência reconhecem que há vários outros casos no País.
Como revelou o jornal O Estado de S. Paulo no sábado, só no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-USP) há pelo menos 70 registros de pacientes que apresentaram, desde
Notificações no DF - Chega a 187 o número de notificações de infecção provocada pela superbactéria KPC no Distrito Federal. Desse total, 163 foram confirmados e 24 estão
A KPC é uma cepa da bactéria Klebisiella pneumoniae. O primeiro caso identificado no País ocorreu em 2005,
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